sábado, 17 de junho de 2017

Dois contos de Hoffmann, que revelam a sua versatilidade

O Elixir do Diabo Mademoiselle de Scudéry , dois trabalhos de Hoffmann pouco conhecidos no Brasil. O primeiro traz a marca característica do autor: o fantástico desenfreado, o non-sense e o grotesco. Já no segundo, o autor explora um acontecimento histórico para criar uma verdadeira trama policialesca, antecipando um gênero de literatura que se consagraria mais tarde com autores como Paul Féval e Edgar Allan Pöe.

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Brochura, 152 páginas, formato 12,5 X 20 cm. 2017

sábado, 3 de setembro de 2016

A Ilha Maldita

ou A Filha das Ondas
Romance fantástico de Bernardo Guimarães

Uma história de magia e mistério

Obra pouco conhecida de Bernardo Guimarães, A Ilha Maldita tem todos os ingredientes para cativar o leitor que gosta de  uma boa história de mistério: assassinato, vingança, magia, o sobrenatural, uma mulher enigmática, e a narrativa fluente de um grande contador de histórias.

Regina, a “filha das ondas”, personagem principal do romance, não encarna apenas a mítica Ondina — uma ninfa das águas — transladada da paisagem setentrional para os trópicos; ela é também a femme fatale, que leva à desgraça todos aqueles que se apaixonam por ela. 
Bernardo Guimarães é considerado um escritor regionalista, mas nunca deixou de lado o seu gosto pelo fantástico e pelo macabro, que aparece nesta obra e em outras produções como A Dança dos Ossos, A Garganta do Diabo e Orgia dos Duendes.

Brochura, 160 páginas, formato 13 X 20 cm. Prefácio e atualização ortográfica de Bira Câmara.


sexta-feira, 3 de junho de 2016

DALMO ou MISTÉRIOS DA NOITE

de Luiz Ramos Figueira


Elogiado por Machado de Assis, quando de seu lançamento em 1863, este belo romance de Luiz Ramos Figueira caiu injustamente no esquecimento.
Das obras que vieram na esteira de Noite na Taverna, esta foi a mais bem acabada como obra de ficção e também a mais original. 
Apesar do tom pessimista, amargo, e do clima fúnebre, deixa aberto ao final a possibilidade de redenção humana.
Dalmo, o personagem-título, representa uma luta nas trevas; nas suas caminhadas solitárias pela cidade, durante a madrugada, ele tem acesso aos mistérios sombrios e aos “crimes que o confessionário oculta.” Ele é o justiceiro, o mediador entre o bem e o mal, a virtude e o vício.
É um romance que, sem dúvida, não merecia ficar mais de um século esquecido, como o leitor poderá constatar.


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Brochura, 150 páginas, formato 13,5 X 20 cm.
Pedidos
jornalivros@gmail.com

segunda-feira, 9 de maio de 2016

50 tons de Greys

Abduções com relações sexuais Experiências Genéticas, Rituais de Fertilidade ou Cultos Satânicos? 

de Cláudio Suenaga 


Resgate e análise dos principais casos de conúbios, contatos “íntimos” imediatos ou relações sexuais de humanos com extraterrestres. 
Brochura, 320 páginas, formato 13,5 X 20,5 cm.

Pedidos: 
jornalivros@gmail.com

domingo, 3 de abril de 2016

A origem da Maçonaria

segundo Thomas Paine


A partir do século XVII, houve na Inglaterra um renascimento da cultura celta e um crescente interesse pela religião druídica. Neste caldo cultural foi fundada a Maçonaria inglesa, embora Paine defendesse uma origem mais remota: a arcaica religião dos Druidas.

Tradução e prefácio de Bira Câmara.

Brochura, 67 páginas, formato 12 X 20 cm., ilustrada.
 

domingo, 3 de janeiro de 2016

ORÁCULOS

Profecias e Adivinhação na Antiguidade

de Bira Câmara

Origem dos Oráculos — Divinação, presságios e sortes — Augúrios e aruspicínio — O oráculo de Dodona — Deuses adivinhos — O oráculo de Delfos — O papel político, espiritual e cultural do oráculo de Delfos — Adivinhas célebres — A Sibila de Cumas — A sibila de Cumas e o cristianismo — A profecia de Roma — Os cristãos e os oráculos — Outras profecias, oráculos e presságios — A Estrela de Belém e o nascimento de Jesus — A astrologia no mundo greco-romano —  Magia e Religião na antiguidade — A religiões de mistério — O Apocalipse

180 páginas, formato 13,5 X 20,5 cm., ilustrada

terça-feira, 15 de julho de 2014

NOITES LÚGUBRES, de José Cadalso

José Cadalso é um ilustre desconhecido do público leitor brasileiro; no entanto, sua obra Noches Lúgubres, datada de 1774, influenciou o romantismo brasileiro e inspirou a chamada poesia sepulcral.
Publicada pela primeira vez em 1789, gozou de fama extraordinária no século XIX, sobretudo nos anos do romantismo.
No Brasil, o texto ficou conhecido pela tradução de Francisco Bernardino Ribeiro, publicada em folhetim na “Minerva Brasiliense”, em 1844.
Cadalso, um “filósofo ilustrado” escreveu uma obra que é pura irracionalidade, como um cientista ou uma mente obsessivamente lógica que sonha na noite e expurga suas verdades mais profundas, reprimidas pelo cérebro racional.
As Noites Lúgubres foram escritas em 1774, o mesmo ano em que Goethe publicou Os Sofrimentos de Werther, marco inicial do romantismo e que desencadeou uma onda de suicídios na Europa.
Cadalso é considerado o primeiro autor do romantismo europeu, movimento literário nascido no estertor do século da razão. Mais do que mero estilo literário, o romantismo tornou-se uma fé e uma necessidade, e paradoxalmente o romântico jamais deixou de ser um crente que perdeu a Deus e a razão.

Noites Lúgubres, de José Cadalso, brochura, 66 páginas, formato 13 X 19, 5 cm. 1ª edição brasileira em livro de "Noches Lúgubres", publicada originalmente em 1785. Tradução de F. Bernardino Ribeiro Atualização ortográfica, prefácio e nota biográfica do autor por Bira Câmara.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

AS RUÍNAS DA GLÓRIA, Fagundes Varella


Varella, além de poeta, dedicou-se também à crônica e era um prosador talentoso. Mas muitos críticos são da opinião de que a sua prosa é claramente inferior a sua poesia. No entanto, isso nos parece um julgamento precipitado e na defesa do poeta temos que desculpar-lhe a brevidade da existência e reconhecer que não houve tempo para que o prosador que havia nele amadurecesse.

Os seus contos, reunidos nesta coletânea, têm nítida influência de Álvares de Azevedo (Noite na Taverna e Macário) e pagam tributo ao gênero macabro, que teve em Shakespeare, Byron, Hoffmann e Pöe seus grandes expoentes.
Todos os que se debruçam sobre a obra de Varella não deixam de lamentar o seu fim precoce; se numa curta existência alcançou tão destacado lugar nas letras nacionais, que porvir brilhante não lhe caberia se tivesse vivido mais? Neste caso, quem sabe não teríamos — além do contista — também um grande romancista? Talento para isso não lhe faltava.

Fagundes Varella, As ruínas da Glória , Contos fantásticos e outros escritos de Fagundes Varella, Bira Câmara Editor, 2014. Brochura, 112 páginas, formato 13 X  20 cm. Ilustrado. Organização, prefácio e projeto gráfico de Bira Câmara. Textos: “A guarida de pedra”, “As bruxas”, “Recordações de viagem”, “Palavras de um louco”, “Poesia e os poetas”, “Acúsmatas” e “Manuscrito”. 


quarta-feira, 18 de junho de 2014

GRAÇAS E DESGRAÇAS DO OLHO DO CU

O gênio irreverente de Quevedo y Villegas, uma das maiores glórias da literatura hispânica, ousou fazer o elogio dessa parte secreta do corpo humano cuja nobreza é menosprezada por quase todo mundo.

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Brochura, 54 páginas, formato 13,5 X 20 cm.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A MORTE, Maurice Maeterlinck

Maurice Maeterlinck, um dos mais notáveis escritores do século vinte, prêmio Nobel de Literatura de 1911, pesquisou profundamente as comunicações espíritas e os fenômenos psíquicos, na tentativa de levantar o véu de mistério que encobre a morte.
Além de ser um poeta aclamado, dramaturgo e ficcionista, também ficou conhecido pelos seus ensaios, onde a filosofia serena junta a graça da poesia e a precisão da linguagem. Sua prosa clara e harmoniosa não se limita apenas à forma, mas é permeada de pensamentos singularmente profundos.
Maeterlinck não só leu a respeito de espiritismo, teosofia e religiões orientais, como frequentou sessões, observou médiuns no seu trabalho e conversou com entidades ditas desencarnadas. E ao final de tudo, se não levanta em definitivo o véu de mistério que encobre a morte, nos conduz através de serenas e profundas análises a uma reflexão sobre ela. Ao estabelecer a impossibilidade da aniquilação total e concluir pela certeza da sobrevivência da alma, Maeterlinck deixa ao leitor uma mensagem final consoladora e positiva.

Leia mais em: "Maeterlinck e a morte"http://jornalivros.com.br

A MORTE, Maurice Maeterlinck. Tradução portuguesa de Cândido de Figueiredo, revista e atualizada. Prefácio e nota biográfica de Maeterlinck por Bira Câmara, 203 páginas, formato 13,5 X 18 cm.

sábado, 1 de junho de 2013

PAPAS, fatos, lendas e curiosidades

Este livro de Thelonius Wolf faz o registro dos episódios marcantes do Papado, com um enfoque jornalístico e sintético, de modo a introduzir o leitor no universo fascinante dos papas ao longo da história.
Fartamente ilustrado, o volume aborda temas polêmicos como a lenda da papisa Joana, o processo de Galileu, a vida escandalosa de alguns papas, a Inquisição e a atuação de Pio XII durante a Segunda Guerra Mundial, entre outros assuntos.
O livro também faz um resumo da história dos papas, com a lista cronológica de todos os que ocuparam o trono de São Pedro, além de capítulos sobre as heresias, processos polêmicos e muitas curiosidades sobre os papas, como o envolvimento de alguns deles com a astrologia. E, para completar,  conta a história da profecia de São Malaquias.

Leia mais em: Papas, uma história bem agitada

Papas, fatos, lendas e curiosidades, de Thelonius Wolf, 2013, 192 páginas, , brochura, 14 X 21 cm., ilustrado.
À venda na:
— Livraria Treze Listras Ltda.
R. Aurora 704 - Santa Efigênia - 3214-5132
Pela internet no:
— Mercado Livre c/. FRETE GRÁTIS
ou pelos e-mails:
— atenasrubens@gmail.com
— jornalivros@gmail.com
— sebopaulistano@gmail.com

terça-feira, 5 de março de 2013

O FALSO PROFETA, Luciano de Samósata


Luciano de Samósata é um dos precursores da prosa moderna, a quem cabe a glória da invenção do gênero de ficção científica e de ter sido o primeiro contista da história da literatura. Além disso, o que não é pouco, também é o pai do espírito crítico, da sátira mordaz, do ceticismo, da irreverência, inaugurando uma linhagem de autores da estirpe de Erasmo, Thomas Morus, Rabelais, Swift, Voltaire, Anatole France e outros. Inimigo de todas as formas de superstição e mentira, mostrou-se implacável não só em relação às crendices da religião pagã, como também contra os filósofos de sua época, a quem acusava de "inventar incontáveis labirintos de palavras e ensinar a arte de raciocinar sem resultados".
Neste escrito ele conta a história do célebre farsante Alexandre da Abonótica, que por sua vez também pode ser considerado o pai dos falsos profetas, tão abundantes em nossos dias sob as mais diversas denominações. Com objetividade quase jornalística, ele investigou os procedimentos, os truques e estratagemas deste verdadeiro precursor da fraude religiosa, e seu texto, de uma atualidade inquietante, serve de alerta para que os incautos dos tempos atuais não caiam nas garras de alguma versão moderna do impostor de Abonótica.

Leia mais emLuciano de Samósata: um precursor da ficção científica

"Alexandre, ou o Falso Profeta", Luciano de Samósata, 2013, 59 páginas, formato 13,5 X 20,5 cm., ilustrada. Versão e prefácio de Bira Câmara. A edição traz também Oráculos e adivinhos na GréciaAstrologia e magia no império romano, dois capítulos do livro "Histórias da Astrologia", de Bira Câmara.