domingo, 16 de dezembro de 2012

Coletânea de Poetas da Lua e das Estrelas

Uma verdadeira plêiade de poetas como Cruz e Souza, Bilac, Augusto dos Anjos, Fernando Pessoa, Baudelaire, Manuel Bandeira, Paulo Bonfim, Theóphile Gautier, Musset entre outros, cantaram a lua em seus poemas e a consagraram como o astro dos poetas, dos loucos e dos apaixonados.

Esta obra aposta, ao contrário do que muita gente pensa, na certeza que a poesia ainda hoje tem muitos leitores e cultores. Além de grandes feras da poesia brasileira, portuguesa, francesa e inglesa, esta coletânea traz também poetas contemporâneos e algumas pérolas do cancioneiro popular.
O tema "Lua e Estrelas" é praticamente rotineiro na produção poética romântica, parnasiana e simbolista, e continuou presente até mesmo entre os modernistas.
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http://www.astroanedotario.com.br/poetas-da-lua-e-das-estrelas-ii/

Coletânea de Poetas da Lua e das Estrelas, ilustrada, 186 páginas, 2012. Seleção e prefácio de Bira Câmara


terça-feira, 6 de novembro de 2012

UM SOCIALISTA CHINÊS NO SÉCULO XI, Charles de Varigny


Pouca gente sabe que o modelo co­mu­nista implantado no século vinte na Rús­sia, na China e em Cuba já havia sido experimentado no século XI na própria China. O refor­mador que logrou essa proe­za, Wan-Ngan-Ché (1019-1086), realizou de modo com­pleto o coletivismo da produção agrária, estendendo-o para todas as indústrias, de modo a abolir a proprie­dade individual e até a impe­dir o enriquecimento de todo cidadão.
Esta época na China foi particularmente agitada; o império estava à beira do caos, uma seca implacável, terremotos, carestia, guerra civil, aumento da miséria do povo e, para exaltar os ânimos, seitas anarquistas ou niilistas se propunham a destruir o edifício social. «A sociedade, diziam eles, baseia-se na lei, que não é senão injustiça e sofisma, sobre a proprie­dade, que não é senão rou­bo e extorsão, sobre a religião, que não passa de uma mentira, sobre a força, que não é senão tirania».
É nesse cenário caótico que aparece o célebre Wan-Ngan-Ché, com um plano de reformas nunca antes tentado para salvar a China da ruína social. Contou com o apoio do próprio imperador e plenos poderes durante quinze anos para implementá-lo sem, no entanto, conseguir acabar com a fome e a miséria ou restabelecer a paz social.

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http://jornalivros.com.br/2012/11/um-socialista-chines-no-seculo-xi/

UM SOCIALISTA CHINÊS NO  SÉCULO XI. Brochura, 58 páginas, formato 11,5 X 18,5 cm., 2012. Tradução de Bira Câmara. A edição traz, além do texto de Varigny, "A dinastia Song e o reformador Wang-Ngan-Ché", segundo o historiador René Grousset, extraído do  Cap. XXI da Histoire de la Chine (1942), Les Song et le problème des réformes, de René Grousset 

quarta-feira, 4 de abril de 2012

PALAVRAS CÍNICAS, Albino Forjaz de Sampaio


Esquecido e ignorado hoje em dia, Albino Forjaz de Sampaio (1884-1949) foi autor de um dos livros mais vendidos do século XX em Portugal — Palavras Cínicas (1905) — que teve 46 edições até a sua morte. Recebida com ódios e aplausos, esta obra levou o jovem escritor à notoriedade, tornando-o conhecido até no Brasil.
Escritor profícuo, consagrou-se no mundo literário de sua época com uma extensa e significativa produção. Mesmo assim o seu nome ficou indelevelmente associado a Palavras Cínicas.
Obra pessimista, herética, anticlerical, blasfema, imoral, certamente ainda chocará muita gente. Mas ainda assim, descontando-se os exageros e alguns disparates, as mentes mais lúcidas hão de reconhecer as muitas verdades espalhadas nela.

PALAVRAS CÍNICASBrochura, 108 páginas, formato 11,5 X 18,5 cm., 2012. Ilustrado com várias caricaturas de Forjaz de Sampaio. Atualização ortográfica e texto de apresentação de Bira Câmara.