Gustav Meyrink
Todos os anos, na noite de 30 de abril, as portas do Inferno se abrem, fantasmas são libertados e os mortos passam a interferir no mundo dos vivos. História, mito e realidade política se fundem neste estranho romance de Gustav Meyrink.Escrito durante a Primeira Guerra Mundial, o romance ecoa metaforicamente a atmosfera de cataclismo do conflito. Meyrink concebe esse evento como a irrupção de forças das trevas em face das quais o indivíduo não pode fazer nada. Os eventos certamente escapam à razão, mas não são necessariamente devidos ao acaso; são ditados por uma inevitabilidade que vem da lenda, da superstição.
Tradução de Lucas Cartaxo e prefácio de Bira Câmara. Brochura, ilustrada, 220 págs. 14X20 cm. (2020)