segunda-feira, 4 de abril de 2016

A origem da Maçonaria

segundo Thomas Paine


a.
 A partir do século XVII, houve na Inglaterra um renascimento da cultura celta e um crescente interesse pela religião druídica. Neste caldo cultural foi fundada a Maçonaria inglesa, embora Paine defendesse uma origem mais remota: a arcaica religião dos Druidas.

Tradução e prefácio de Bira Câmara.

Brochura, 67 páginas, formato 12 X 20 cm., ilustrada

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

ORÁCULOS

Profecias e Adivinhação na Antiguidade

de Bira Câmara


Origem dos Oráculos — Divinação, presságios e sortes — Augúrios e 
aruspicínio — O oráculo de Dodona — Deuses adivinhos — O oráculo de Delfos — O papel político, espiritual e cultural do oráculo de Delfos — Adivinhas célebres — A Sibila de Cumas — A sibila de Cumas e o cristianismo — A profecia de Roma — Os cristãos e os oráculos — Outras profecias, oráculos e presságios — A Estrela de Belém e o nascimento de Jesus — A astrologia no mundo greco-romano —  Magia e Religião na antiguidade — A religiões de mistério — O Apocalipse

180 páginas, formato 13,5 X 20,5 cm., ilustrada

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terça-feira, 15 de julho de 2014

NOITES LÚGUBRES, de José Cadalso

José Cadalso é um ilustre desconhecido do público leitor brasileiro; no entanto, sua obra Noches Lúgubres, datada de 1774, influenciou o romantismo brasileiro e inspirou a chamada poesia sepulcral.
Publicada pela primeira vez em 1789, gozou de fama extraordinária no século XIX, sobretudo nos anos do romantismo.
No Brasil, o texto ficou conhecido pela tradução de Francisco Bernardino Ribeiro, publicada em folhetim na “Minerva Brasiliense”, em 1844.
Cadalso, um “filósofo ilustrado” escreveu uma obra que é pura irracionalidade, como um cientista ou uma mente obsessivamente lógica que sonha na noite e expurga suas verdades mais profundas, reprimidas pelo cérebro racional.
As Noites Lúgubres foram escritas em 1774, o mesmo ano em que Goethe publicou Os Sofrimentos de Werther, marco inicial do romantismo e que desencadeou uma onda de suicídios na Europa.
Cadalso é considerado o primeiro autor do romantismo europeu, movimento literário nascido no estertor do século da razão. Mais do que mero estilo literário, o romantismo tornou-se uma fé e uma necessidade, e paradoxalmente o romântico jamais deixou de ser um crente que perdeu a Deus e a razão.

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Brochura, 66 páginas, formato 13 X 19, 5 cm. 1ª edição brasileira em livro de "Noches Lúgubres", publicada originalmente em 1785. Tradução de F. Bernardino Ribeiro Atualização ortográfica, prefácio e nota biográfica do autor por Bira Câmara.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

AS RUÍNAS DA GLÓRIA, Fagundes Varella


Varella, além de poeta, dedicou-se também à crônica e era um prosador talentoso. Mas muitos críticos são da opinião de que a sua prosa é claramente inferior a sua poesia. No entanto, isso nos parece um julgamento precipitado e na defesa do poeta temos que desculpar-lhe a brevidade da existência e reconhecer que não houve tempo para que o prosador que havia nele amadurecesse.

Os seus contos, reunidos nesta coletânea, têm nítida influência de Álvares de Azevedo (Noite na Taverna e Macário) e pagam tributo ao gênero macabro, que teve em Shakespeare, Byron, Hoffmann e Pöe seus grandes expoentes.
Todos os que se debruçam sobre a obra de Varella não deixam de lamentar o seu fim precoce; se numa curta existência alcançou tão destacado lugar nas letras nacionais, que porvir brilhante não lhe caberia se tivesse vivido mais? Neste caso, quem sabe não teríamos — além do contista — também um grande romancista? Talento para isso não lhe faltava.

Fagundes Varella, As ruínas da Glória , Contos fantásticos e outros escritos de Fagundes Varella, Bira Câmara Editor, 2014. Brochura, 112 páginas, formato 13 X  20 cm. Ilustrado. Organização, prefácio e projeto gráfico de Bira Câmara. Textos: “A guarida de pedra”, “As bruxas”, “Recordações de viagem”, “Palavras de um louco”, “Poesia e os poetas”, “Acúsmatas” e “Manuscrito”. 


quarta-feira, 18 de junho de 2014

GRAÇAS E DESGRAÇAS DO OLHO DO CU

O gênio irreverente de Quevedo y Villegas, uma das maiores glórias da literatura hispânica, ousou fazer o elogio dessa parte secreta do corpo humano cuja nobreza é menosprezada por quase todo mundo.

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Brochura, 54 páginas, formato 13,5 X 20 cm.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A MORTE, Maurice Maeterlinck

Maurice Maeterlinck, um dos mais notáveis escritores do século vinte, prêmio Nobel de Literatura de 1911, pesquisou profundamente as comunicações espíritas e os fenômenos psíquicos, na tentativa de levantar o véu de mistério que encobre a morte.
Além de ser um poeta aclamado, dramaturgo e ficcionista, também ficou conhecido pelos seus ensaios, onde a filosofia serena junta a graça da poesia e a precisão da linguagem. Sua prosa clara e harmoniosa não se limita apenas à forma, mas é permeada de pensamentos singularmente profundos.
Maeterlinck não só leu a respeito de espiritismo, teosofia e religiões orientais, como frequentou sessões, observou médiuns no seu trabalho e conversou com entidades ditas desencarnadas. E ao final de tudo, se não levanta em definitivo o véu de mistério que encobre a morte, nos conduz através de serenas e profundas análises a uma reflexão sobre ela. Ao estabelecer a impossibilidade da aniquilação total e concluir pela certeza da sobrevivência da alma, Maeterlinck deixa ao leitor uma mensagem final consoladora e positiva.

Leia mais em: "Maeterlinck e a morte" 


A MORTE, Maurice Maeterlinck. Tradução portuguesa de Cândido de Figueiredo, revista e atualizada. Prefácio e nota biográfica de Maeterlinck por Bira Câmara, 203 páginas, formato 13,5 X 18 cm.

sábado, 1 de junho de 2013

PAPAS, fatos, lendas e curiosidades

Este livro de Thelonius Wolf faz o registro dos episódios marcantes do Papado, com um enfoque jornalístico e sintético, de modo a introduzir o leitor no universo fascinante dos papas ao longo da história.
Fartamente ilustrado, o volume aborda temas polêmicos como a lenda da papisa Joana, o processo de Galileu, a vida escandalosa de alguns papas, a Inquisição e a atuação de Pio XII durante a Segunda Guerra Mundial, entre outros assuntos.
O livro também faz um resumo da história dos papas, com a lista cronológica de todos os que ocuparam o trono de São Pedro, além de capítulos sobre as heresias, processos polêmicos e muitas curiosidades sobre os papas, como o envolvimento de alguns deles com a astrologia. E, para completar,  conta a história da profecia de São Malaquias.

Leia mais em: Papas, uma história bem agitada


Papas, fatos, lendas e curiosidades, de Thelonius Wolf, 2013, 192 páginas, , brochura, 14 X 21 cm., ilustrado.
À venda na:
— Livraria Treze Listras Ltda.
R. Aurora 704 - Santa Efigênia - 3214-5132
Pela internet no:
— Mercado Livre c/. FRETE GRÁTIS
ou pelos e-mails:
— atenasrubens@gmail.com
— jornalivros@gmail.com
— sebopaulistano@gmail.com

terça-feira, 5 de março de 2013

O FALSO PROFETA, Luciano de Samósata


Luciano de Samósata é um dos precursores da prosa moderna, a quem cabe a glória da invenção do gênero de ficção científica e de ter sido o primeiro contista da história da literatura. Além disso, o que não é pouco, também é o pai do espírito crítico, da sátira mordaz, do ceticismo, da irreverência, inaugurando uma linhagem de autores da estirpe de Erasmo, Thomas Morus, Rabelais, Swift, Voltaire, Anatole France e outros. Inimigo de todas as formas de superstição e mentira, mostrou-se implacável não só em relação às crendices da religião pagã, como também contra os filósofos de sua época, a quem acusava de "inventar incontáveis labirintos de palavras e ensinar a arte de raciocinar sem resultados".
Neste escrito ele conta a história do célebre farsante Alexandre da Abonótica, que por sua vez também pode ser considerado o pai dos falsos profetas, tão abundantes em nossos dias sob as mais diversas denominações. Com objetividade quase jornalística, ele investigou os procedimentos, os truques e estratagemas deste verdadeiro precursor da fraude religiosa, e seu texto, de uma atualidade inquietante, serve de alerta para que os incautos dos tempos atuais não caiam nas garras de alguma versão moderna do impostor de Abonótica.

Leia mais emLuciano de Samósata: um precursor da ficção científica


"Alexandre, ou o Falso Profeta", Luciano de Samósata, 2013, 59 páginas, formato 13,5 X 20,5 cm., ilustrada. Versão e prefácio de Bira Câmara. A edição traz também Oráculos e adivinhos na GréciaAstrologia e magia no império romano, dois capítulos do livro "Histórias da Astrologia", de Bira Câmara.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Coletânea de Poetas da Lua e das Estrelas

Uma verdadeira plêiade de poetas como Cruz e Souza, Bilac, Augusto dos Anjos, Fernando Pessoa, Baudelaire, Manuel Bandeira, Paulo Bonfim, Theóphile Gautier, Musset entre outros, cantaram a lua em seus poemas e a consagraram como o astro dos poetas, dos loucos e dos apaixonados.

Esta obra aposta, ao contrário do que muita gente pensa, na certeza que a poesia ainda hoje tem muitos leitores e cultores. Além de grandes feras da poesia brasileira, portuguesa, francesa e inglesa, esta coletânea traz também poetas contemporâneos e algumas pérolas do cancioneiro popular.
O tema "Lua e Estrelas" é praticamente rotineiro na produção poética romântica, parnasiana e simbolista, e continuou presente até mesmo entre os modernistas.
Leia mais em:
https://jornallivros.blogspot.com/2021/04/a-lua-no-imaginario-poetico.html

Coletânea de Poetas da Lua e das Estrelas, ilustrada, 186 páginas, 2012. Seleção e prefácio de Bira Câmara


terça-feira, 6 de novembro de 2012

UM SOCIALISTA CHINÊS NO SÉCULO XI, Charles de Varigny


Pouca gente sabe que o modelo co­mu­nista implantado no século vinte na Rús­sia, na China e em Cuba já havia sido experimentado no século XI na própria China. O refor­mador que logrou essa proe­za, Wan-Ngan-Ché (1019-1086), realizou de modo com­pleto o coletivismo da produção agrária, estendendo-o para todas as indústrias, de modo a abolir a proprie­dade individual e até a impe­dir o enriquecimento de todo cidadão.
Esta época na China foi particularmente agitada; o império estava à beira do caos, uma seca implacável, terremotos, carestia, guerra civil, aumento da miséria do povo e, para exaltar os ânimos, seitas anarquistas ou niilistas se propunham a destruir o edifício social. «A sociedade, diziam eles, baseia-se na lei, que não é senão injustiça e sofisma, sobre a proprie­dade, que não é senão rou­bo e extorsão, sobre a religião, que não passa de uma mentira, sobre a força, que não é senão tirania».
É nesse cenário caótico que aparece o célebre Wan-Ngan-Ché, com um plano de reformas nunca antes tentado para salvar a China da ruína social. Contou com o apoio do próprio imperador e plenos poderes durante quinze anos para implementá-lo sem, no entanto, conseguir acabar com a fome e a miséria ou restabelecer a paz social.

Leia mais em:

https://jornallivros.blogspot.com/2021/04/um-socialista-chines-no-seculo-xi.html

UM SOCIALISTA CHINÊS NO  SÉCULO XI. Brochura, 58 páginas, formato 11,5 X 18,5 cm., 2012. Tradução de Bira Câmara. A edição traz, além do texto de Varigny, "A dinastia Song e o reformador Wang-Ngan-Ché", segundo o historiador René Grousset, extraído do  Cap. XXI da Histoire de la Chine (1942), Les Song et le problème des réformes, de René Grousset 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

PALAVRAS CÍNICAS, Albino Forjaz de Sampaio


Esquecido e ignorado hoje em dia, Albino Forjaz de Sampaio (1884-1949) foi autor de um dos livros mais vendidos do século XX em Portugal — Palavras Cínicas (1905) — que teve 46 edições até a sua morte. Recebida com ódios e aplausos, esta obra levou o jovem escritor à notoriedade, tornando-o conhecido até no Brasil.
Escritor profícuo, consagrou-se no mundo literário de sua época com uma extensa e significativa produção. Mesmo assim o seu nome ficou indelevelmente associado a Palavras Cínicas.
Obra pessimista, herética, anticlerical, blasfema, imoral, certamente ainda chocará muita gente. Mas ainda assim, descontando-se os exageros e alguns disparates, as mentes mais lúcidas hão de reconhecer as muitas verdades espalhadas nela.

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PALAVRAS CÍNICASBrochura, 108 páginas, formato 11,5 X 18,5 cm., 2012. Ilustrado com várias caricaturas de Forjaz de Sampaio. Atualização ortográfica e texto de apresentação de Bira Câmara.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O Mago, de Bulwer-Lytton

Este volume reúne quatro narrativas curtas de Bulwer-Lytton, de épocas diferentes e temáticas variadas. Dois destes contos são engajados na vertente gótico-fantástica que celebrizou este autor: O Mago – inédito no Brasil até esta edição – pode ser considerado uma parábola ao estilo de Pöe, com toques faustianos, e A Casa e o Cérebro, uma das melhores histórias de assombração de todos os tempos.  O Conto de Kosem Kesamim, o Mago, aborda o tema da imortalidade, entre outras questões metafísicas e filosóficas. Este conto é o embrião de Zanoni, que veio à lume em 1842. Parábola bela mas assustadora, concebida quando ainda era estudante, já revela o talento descritivo e a imaginação poderosa que colocaria Lytton entre os autores ingleses mais lidos de sua época. A Casa e o Cérebro, publicado em 1857, é um texto da sua maturidade, e aqui temos o escritor em pleno controle do seu métier. O personagem maligno e imortal deste conto teria sido inspirado na figura do lendário conde de Saint-Germain.
O conto chinês de Fi-ho-ti, ou Os Prazeres da Celebridade, apesar de ser também um produto de sua juventude, é uma obra prima do conto filosófico. Despido do cunho fantástico e simbólico de O Mago, este texto prima pela concisão e leveza da fábula. A Morte e Sísifo envereda pela mitologia, e aqui o toque humorístico contrasta com a gravidade de outras obras que caracterizaram o estilo do autor.
Portanto, estas narrativas oferecem ao leitor a oportunidade de conhecer o Lytton contista, gênero que ele também cultivou com rara maestria.

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O MAGO E OUTROS CONTOS. Brochura, 144 páginas, formato 11 X 20 cm., 2014, Ilustrado, tradução de Júlia Câmara. Ilustrações de Odilon Redon, Friedrich John, R. H. Van Gulik e Bira Câmara.