quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

LARA, de Lord Byron

Fac-simile da edição brasileira de 1837, primeira tradução da obra de Byron no Brasil por Tibúrcio Craveiro. Com nota biográfica do tradutor. 


"Esta obra de Byron é um poema narrativo trágico, publicado pela primeira vez em 1814. Considerado pela crítica como uma continuação do trabalho autobiográfico iniciado em O Corsário, narra o destino fatídico do Conde Lara ao voltar para sua casa depois de passar anos no exterior viajando pelo Oriente.
Segundo Walter Scott, Byron, “este novo Rafael da poesia se retratara perfeitamente a si mesmo na pessoa de Lara; mas não quis pintar um ser perverso que ele mesmo não o seria. Lord Byron padecia de uma doença de espírito, que atormentou a muitos grandes homens.”


Brochura, 78 páginas, formato 11,5 X 18 cm.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

OS ARGONAUTAS, de Virgílio Várzea

Publicado em 1905, esta obra do escritor catarinense Virgílio Várzea é uma verdadeira raridade literária, burilada com delicada ourivessaria literária.

Apesar de filiado à corrente naturalista, nesta obra Virgílio Várzea reconta com sabor decadentista a saga de Jasão em busca do Velocino de Ouro. Na mitologia grega os argonautas eram tripulantes da nau Argo que, segundo a lenda grega, viajaram até a Cólquida (atual Geórgia) em busca do Tosão de ouro (ou Velocino de ouro).

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Brochura, Ilustrada,137 páginas, formato 11,5 X 18,5 cm.
Atualização ortográfica e prefácio de Bira Câmara.

sábado, 17 de junho de 2017

Dois contos de Hoffmann, que revelam a sua versatilidade

O Elixir do Diabo Mademoiselle de Scudéry , dois trabalhos de Hoffmann pouco conhecidos no Brasil. O primeiro traz a marca característica do autor: o fantástico desenfreado, o non-sense e o grotesco. Já no segundo, o autor explora um acontecimento histórico para criar uma verdadeira trama policialesca, antecipando um gênero de literatura que se consagraria mais tarde com autores como Paul Féval e Edgar Allan Pöe.

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Brochura, 152 páginas, formato 12,5 X 20 cm. 2017

quinta-feira, 9 de março de 2017

O Inferno do Bibliófilo, de Charles Asselineau

Publicada em 1905, esta curiosa obra aborda em tom de sátira o pitoresco universo dos bouquineurs (amantes de livros antigos e raros) e suas atribulações.


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Tradução e prefácio de Bira Câmara. Brochura, 72 páginas, formato 13 X 19,4 cm., ilustrada.


domingo, 4 de setembro de 2016

A Ilha Maldita

ou A Filha das Ondas
Romance fantástico de Bernardo Guimarães

Uma história de magia e mistério

Obra pouco conhecida de Bernardo Guimarães, A Ilha Maldita tem todos os ingredientes para cativar o leitor que gosta de  uma boa história de mistério: assassinato, vingança, magia, o sobrenatural, uma mulher enigmática, e a narrativa fluente de um grande contador de histórias.

Regina, a “filha das ondas”, personagem principal do romance, não encarna apenas a mítica Ondina — uma ninfa das águas — transladada da paisagem setentrional para os trópicos; ela é também a femme fatale, que leva à desgraça todos aqueles que se apaixonam por ela. 
Bernardo Guimarães é considerado um escritor regionalista, mas nunca deixou de lado o seu gosto pelo fantástico e pelo macabro, que aparece nesta obra e em outras produções como A Dança dos Ossos, A Garganta do Diabo e Orgia dos Duendes.

Brochura, 160 páginas, formato 13 X 20 cm. Prefácio e atualização ortográfica de Bira Câmara.

sábado, 4 de junho de 2016

DALMO ou MISTÉRIOS DA NOITE

de Luiz Ramos Figueira


Elogiado por Machado de Assis, quando de seu lançamento em 1863, este belo romance de Luiz Ramos Figueira caiu injustamente no esquecimento.
Das obras que vieram na esteira de Noite na Taverna, esta foi a mais bem acabada como obra de ficção e também a mais original. 
Apesar do tom pessimista, amargo, e do clima fúnebre, deixa aberto ao final a possibilidade de redenção humana.
Dalmo, o personagem-título, representa uma luta nas trevas; nas suas caminhadas solitárias pela cidade, durante a madrugada, ele tem acesso aos mistérios sombrios e aos “crimes que o confessionário oculta.” Ele é o justiceiro, o mediador entre o bem e o mal, a virtude e o vício.
É um romance que, sem dúvida, não merecia ficar mais de um século esquecido, como o leitor poderá constatar.


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Brochura, 150 páginas, formato 13,5 X 20 cm.
Pedidos
jornalivros@gmail.com

domingo, 15 de maio de 2016

Genesco, Vida Acadêmica

Edição fac-simile da obra de Theodomiro Alves Pereira

Um dos primeiros textos que surgiram na esteira de Noite na Taverna, de Álvares de Azevedo.
Publicado em 1861, caiu no esquecimento e nunca foi reeditado. Ao longo do tempo, recebeu apenas referências pouco elogiosas da crítica, assim como várias outras obras do mesmo período que tentaram imitar o estilo de Azevedo.

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Texto de apresentação de Bira Câmara.
Brochura, 128 páginas, formato 12 X 20 cm.

terça-feira, 10 de maio de 2016

50 tons de Greys

Abduções com relações sexuais Experiências Genéticas, Rituais de Fertilidade ou Cultos Satânicos? 

de Cláudio Suenaga 


Resgate e análise dos principais casos de conúbios, contatos “íntimos” imediatos ou relações sexuais de humanos com extraterrestres. 
Brochura, 320 páginas, formato 13,5 X 20,5 cm.

Pedidos: 
jornalivros@gmail.com

segunda-feira, 4 de abril de 2016

A origem da Maçonaria

segundo Thomas Paine


a.
 A partir do século XVII, houve na Inglaterra um renascimento da cultura celta e um crescente interesse pela religião druídica. Neste caldo cultural foi fundada a Maçonaria inglesa, embora Paine defendesse uma origem mais remota: a arcaica religião dos Druidas.

Tradução e prefácio de Bira Câmara.

Brochura, 67 páginas, formato 12 X 20 cm., ilustrada

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

ORÁCULOS

Profecias e Adivinhação na Antiguidade

de Bira Câmara


Origem dos Oráculos — Divinação, presságios e sortes — Augúrios e 
aruspicínio — O oráculo de Dodona — Deuses adivinhos — O oráculo de Delfos — O papel político, espiritual e cultural do oráculo de Delfos — Adivinhas célebres — A Sibila de Cumas — A sibila de Cumas e o cristianismo — A profecia de Roma — Os cristãos e os oráculos — Outras profecias, oráculos e presságios — A Estrela de Belém e o nascimento de Jesus — A astrologia no mundo greco-romano —  Magia e Religião na antiguidade — A religiões de mistério — O Apocalipse

180 páginas, formato 13,5 X 20,5 cm., ilustrada

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terça-feira, 15 de julho de 2014

NOITES LÚGUBRES, de José Cadalso

José Cadalso é um ilustre desconhecido do público leitor brasileiro; no entanto, sua obra Noches Lúgubres, datada de 1774, influenciou o romantismo brasileiro e inspirou a chamada poesia sepulcral.
Publicada pela primeira vez em 1789, gozou de fama extraordinária no século XIX, sobretudo nos anos do romantismo.
No Brasil, o texto ficou conhecido pela tradução de Francisco Bernardino Ribeiro, publicada em folhetim na “Minerva Brasiliense”, em 1844.
Cadalso, um “filósofo ilustrado” escreveu uma obra que é pura irracionalidade, como um cientista ou uma mente obsessivamente lógica que sonha na noite e expurga suas verdades mais profundas, reprimidas pelo cérebro racional.
As Noites Lúgubres foram escritas em 1774, o mesmo ano em que Goethe publicou Os Sofrimentos de Werther, marco inicial do romantismo e que desencadeou uma onda de suicídios na Europa.
Cadalso é considerado o primeiro autor do romantismo europeu, movimento literário nascido no estertor do século da razão. Mais do que mero estilo literário, o romantismo tornou-se uma fé e uma necessidade, e paradoxalmente o romântico jamais deixou de ser um crente que perdeu a Deus e a razão.

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Brochura, 66 páginas, formato 13 X 19, 5 cm. 1ª edição brasileira em livro de "Noches Lúgubres", publicada originalmente em 1785. Tradução de F. Bernardino Ribeiro Atualização ortográfica, prefácio e nota biográfica do autor por Bira Câmara.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

AS RUÍNAS DA GLÓRIA, Fagundes Varella


Varella, além de poeta, dedicou-se também à crônica e era um prosador talentoso. Mas muitos críticos são da opinião de que a sua prosa é claramente inferior a sua poesia. No entanto, isso nos parece um julgamento precipitado e na defesa do poeta temos que desculpar-lhe a brevidade da existência e reconhecer que não houve tempo para que o prosador que havia nele amadurecesse.

Os seus contos, reunidos nesta coletânea, têm nítida influência de Álvares de Azevedo (Noite na Taverna e Macário) e pagam tributo ao gênero macabro, que teve em Shakespeare, Byron, Hoffmann e Pöe seus grandes expoentes.
Todos os que se debruçam sobre a obra de Varella não deixam de lamentar o seu fim precoce; se numa curta existência alcançou tão destacado lugar nas letras nacionais, que porvir brilhante não lhe caberia se tivesse vivido mais? Neste caso, quem sabe não teríamos — além do contista — também um grande romancista? Talento para isso não lhe faltava.

Fagundes Varella, As ruínas da Glória , Contos fantásticos e outros escritos de Fagundes Varella, Bira Câmara Editor, 2014. Brochura, 112 páginas, formato 13 X  20 cm. Ilustrado. Organização, prefácio e projeto gráfico de Bira Câmara. Textos: “A guarida de pedra”, “As bruxas”, “Recordações de viagem”, “Palavras de um louco”, “Poesia e os poetas”, “Acúsmatas” e “Manuscrito”.